Borboletas coloridas em veladura francesa e o fundo deixei natural, com a própria textura da telha como acabamento.
Verniz naval e... pronto!
Este "risco" sinuoso que atravessa a telha não é pintura.
São marcas dos dedos dos escravos que utilizavam esta técnica para facilitar a contagem de quantas peças haviam fabricado por dia.
Cada escravo criava sua forma particular de marcar sua telha.
Utilizavam a ponta dos dedos e marcavam a telha ainda molhada, assumindo assim a autoria da fabricação.
Os feitores e encarregados das fazendas vistoriavam o desempenho de cada escravo, contando e anotando quantas telhas cada um deles haviam feito ao final do dia de trabalho.
História e Arte nas terras do Caparaó...
Lu, amei estas telhas! Ficaram maravilhosas!
ResponderExcluirParabéns!!!
Olha, seu cantinho é o maior charme, já tou te seguindo, viu?
Te convido a seguir o meu cantinho... http://baudaarteira.blogspot.com/ Serás muito bem-vinda!
Bjsss...
Lu, estava vendo e revendo suas obras de artes... (foi até que te mostrei um novo layout p/ blog) e cara, você fez coisas lindíssimas durante esse tempo de arteira !!!
ResponderExcluirParabéns. Isso é benção de Deus.
Te Amo !
Aldo
E tudo tem o dedinho seu, né???!!!
ResponderExcluirTe amo também "tampa do meu balaio"!